Respeito no ambiente de trabalho

Respeito no ambiente de trabalho

“Ela ainda nem chegou e o pânico já se estabeleceu.” É o caso de Miranda Priestly, do filme o Diabo Veste Prada, no qual é editora da revista de moda Runway.

Miranda encarna o exemplo do desrespeito no ambiente de trabalho. A jornalista Andy, vivida por Anne Hathaway, que o diga. Sofreu as mais diferentes formas de humilhação para se manter no posto de segunda assistente.

Mas, se é para falar de exemplos de desrespeito no ambiente de trabalho, precisamos citar, também, Blake, um executivo opressor que não economiza ofensas, interpretado por Alec Baldwin, em O Sucesso a Qualquer Preço.

O filme destaca como pode ser fácil minar as relações pessoais, enquanto retrata a angústia de três colegas corretores de imóveis, que para se manterem empregados devem competir entre si, sem escrúpulos, para garantir a melhor venda. A falta de respeito e o excesso de controle sobre as atividades geram enorme sofrimento, resultando em falta de ética, mentiras, suborno e roubo.

Diferente do que acontece com os corretores de imóveis, o sofrimento, motiva a segunda assistente, Andy, a lidar com a situação, superando suas deficiências para ser reconhecida pela competência.

Como os filmes terminam? Não vamos estragar a experiência de quem ainda não viu. Independente disso, podemos refletir sobre os relacionamentos reais e a importância do respeito para o equilíbrio e a harmonia nas relações humanas.

No trabalho, o exercício do respeito é tão essencial quanto em casa, na rua e nos lugares públicos. Precisa ser cultivado e praticado a todo o momento, com superiores e subordinados, pais e filhos, sem distinção. Todo ser humano precisa e deseja ser respeitado.

Numa época em que a velocidade das mudanças nos obriga a correr contra o tempo para nos mantermos atualizados, cuidados importantes podem estar sendo deixados de lado, colocando em risco aspectos saudáveis do relacionamento. Ouvir, dar atenção, procurar entender e aceitar as diferenças são atitudes de respeito tanto quanto outras mais simples como olhar, cumprimentar e agradecer.

Se simplesmente pensarmos que “devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados” já favoreceremos um ambiente harmonioso, construtivo e produtivo. Se mantivermos esse pensamento a todo instante, podemos evitar conflitos desnecessários e desgastantes. E isso vale para nossa casa, para o trânsito, o transporte coletivo e, também, para o trabalho.

Se quisermos viver num ambiente cada vez mais prazeroso, harmonioso e equilibrado, não podemos deixar que a dinâmica da vida moderna se sobreponha às necessidades de respeito.

E nós, temos agido com respeito? E como lidamos com a falta dele? Entramos no jogo? Sofremos? Superamos?

Fonte: Vagner Ribeiro – Ombudsman Blog do Itaú
Imagem: Google
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