Vida mais ou menos!

Vida mais ou menos!

Reginah Araújo

Não correr riscos!

Viver escondido atrás de medos, frustrações, sonhos não realizados, profissões sonhadas, cursos na cabeça e amores dentro dos corações.

Se esconder é não permitir viver a vida intensamente, não se permitir sofrer, amar, chorar, sorrir, frustrar-se.

Há pessoas que encaram a vida e a si mesmos como se fossem de louça.

Acham que a qualquer sofrimento poderão se quebrar e não mais se recuperar.

Covardia.

Há pessoas que vivem pela metade.

Permitem-se trabalhar muito, ler muito, assistir muito TV, jogar mais ainda na internet, tudo o que não leve a vida real.

Há pessoas que vivem pela metade.

Um relacionamento medíocre, mais ou menos, possui empregos mornos, amizades sem grandes compromissos, uma vida sem nenhum comprometimento.

Mudar dói. Muitas vezes dói muito e para não sofrer hoje ficam infelizes para o resto da vida.

Frequentam os mesmo lugares, falam sempre com as mesmas pessoas, comem o mesmo prato no mesmo restaurante e vão ao mesmo cinema há anos.

Mas todos nós podemos acordar um dia e dizer…

CHEGA!

Quero e vou enfrentar os riscos! A realidade, dura, cruel, dolorosa, sofrida, mas necessária.

Só encontramos o sol quando vislumbramos o anoitecer.

É impossível enxergar a beleza de um por do sol, do arco iris, do cheiro molhado de terra após a garoa, o gosto da chuva nos lábios, a enxurrada molhando seus pés, ouvir e compartilhar a gargalhada com os amigos, dizer besteiras, cometer erros.

Seremos sempre avaliados por nossas ações e não pela nossa intenção.

Uma historinha para refletirmos:

Havia dois sapinhos numa folha.

Um deles resolveu pular para a outra folha.

Quantos sapinhos ficaram?

Os dois, pois ele apenas resolveu!

Havia dois sapinhos numa folha.

Um deles decidiu pular para a outra folha.

Quantos sapinhos ficaram?

Os dois, pois ele apenas decidiu!

Havia dois sapinhos numa folha.

Um deles PULOU para a outra folha.

Quantos sapinhos ficaram?

Um, pois ele pulou!

Portanto, amigo leitor, não adianta resolver, decidir…

Temos que pular!

O que move nossa vida são os atos que tomamos!

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