Intuição

Intuição

O que podem ter em comum Otávio Piva de Albuquerque, presidente de uma importadora; Nizan Guanaes, publicitário; George Soros, megainvestidor; Flávio Canto, judoca e Albert Einstein, o físico? Acertos, vitórias e descobertas baseadas na intuição.

A palavra intuição vem do latim intueri e significa “ver ou considerar anteriormente”. Longe de ser fruto da imaginação, inspiração divina ou misticismo, “intuição é o conhecimento que surge sem o uso da lógica ou da razão. Aparece de formas diferentes, como sonhos, visões diurnas, sensações corporais, conhecimento puro, insights e criatividade”, explicou a psicóloga norte-americana, Sharon Franquemont, em entrevista para a Revista Época, em fevereiro de 2005. Na ocasião, Sharon já estudava o assunto há 33 anos.

A intuição faz parte da natureza humana. Mas, o modelo de conhecimento do mundo moderno ocidental, embasado pelo pensamento lógico racional herdado dos gregos, e pressionado pela necessidade de respostas cada vez mais urgentes, nos leva a agir de forma metódica, seguindo a lógica e a razão para obtermos resultados conhecidos e garantidos.

Com isso, a intuição é desvalorizada por medo ou falta de hábito em utilizá-la. Mas afinal, será que podemos confiar nela?

A consultora norte-americana, Laura Day, publicou em seu livro Manual de Intuição Prática: ”se sua intuição lhe diz para fazer algo que seus sentimentos confirmam ser o caminho certo para agir e, ao investigar os fatos, seu julgamento concorda que parece ser um movimento consistente, pode estar certo de um bom desfecho.”

O cérebro extrai padrões e é com base neles que faz antecipações de acordo com o aprendizado e a experiência. Então, fica mais fácil compreender como surgem o pressentimento, o insight, a intuição.

Muitas vezes as pessoas confundem intuição com sorte. É importante que fique claro: intuição é uma coisa, sorte é outra. Pense em um goleiro. Grandes defesas de penalti podem ocorrer por pura sorte. Mas, um goleiro atento, após anos de experiência, pode fazer defesas brilhantes baseado no conhecimento que tem dessas situações por intuição.

Se as intuições foram e são tão úteis às pessoas de sucesso, como as citadas no início, será que não vale observar e dar mais atenção às nossas?

Fonte: Blog do Ombudsman Itaú Unibanco
Imagem: Blog do Ombudsman Itaú Unibanco

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