A diversidade presente entre nós

A diversidade presente entre nós

Geração X, Y, Z. Pessoas do norte, sul ou centro-oeste, de escola pública ou privada, portadoras de deficiência física, visual ou intelectual. Gente com muito tempo de casa, outras que acabam de chegar. Tímidos, expansivos, nervosos e tranquilos. Todos esses tipos podem dividir o mesmo ambiente de trabalho ao longo de anos a fio.

Dois times, duas torcidas, homens e mulheres, adultos, idosos, jovens e crianças. Todos num estádio de futebol, em busca de entretenimento, ocupam o mesmo local durante, no mínimo, 90 minutos.

Altas, baixas, gordas e magras, feias e bonitas. Milhares e milhares de pessoas entram e saem das composições dos trens e dos ônibus, alucinando a rotina dos transportes públicos das grandes cidades.

Cristãos Católicos ou Protestantes, Judeus, Mulçumanos, Espíritas ou Budistas, cada um à sua maneira, reverencia no momento da oração, uma força maior em nome da fé.

Brancos, negros, pardos, amarelos ou índios, loiros ou castanhos se misturam nas casas, ruas e em toda a sociedade brasileira.

Somos o quinto maior país do mundo e, além de gigantes, carregamos uma característica marcante quando o assunto é diversidade. No Brasil, raramente adversários se transformam em inimigos. Aqui as diferenças de opinião não acabam em ódio ou agressão pessoal.

Nada é mais comum que a diferença. E nem falamos de opiniões ou ideologias, temperamentos ou expectativas. A diversidade vai muito além da raça, condição física, opção religiosa e sexual. Ela está presente nos valores, na cultura, no temperamento. Somos indivíduos e como tais, somos únicos. Viver a dois pressupõe lidar com diferenças. Agora, imagine viver dia após dia a mesma rotina com 349 diferentes pessoas.

O MV Doulos, com 95 anos, era o mais velho navio de passageiros em atividade no mundo, em 2010. Ele foi aposentado, mas é um símbolo de valorização da diversidade.

Durante 32 Anos, transportou milhares de missionários voluntários de diferentes países, com o objetivo de evangelizar e levar educação e solidariedade a milhões de pessoas de localidades pobres da Ásia. Só nos últimos dois anos, foram 350 voluntários, de cerca de 50 países, trabalhando e vivendo em uma área de 130 m de comprimento por 16 m de largura.

Diferentes pessoas, de várias idades, culturas, formação, origem, temperamento conviveram pacificamente durante dois longos anos pelo simples fato de desejaram evangelizar, ensinar e levar um pouco de solidariedade a pessoas carentes pelo mundo afora.

O que a diversidade representou para cada uma dessas pessoas? Um desafio? Certamente. Mas, acima de tudo, uma oportunidade de unir forças para fazer o melhor, para ensinar e aprender dia após dia.

Fonte: Blog do Ombudsman Itaú
Imagem: Google

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