O engajamento do RH

26/01/2012

O engajamento do RH

A área de Recursos Humanos faz parte, cada vez mais, das decisões e estratégias das organizações. O mercado percebeu que o RH deve ser conduzido como elemento fundamental no desenvolvimento dos negócios, pois se trata da estrutura e da “alma” destas empresas, ou seja, das pessoas.

O envolvimento dos colaboradores com a missão e valores das companhias é essencial e é papel do RH desenvolver ações para criar esse estímulo desde quando o profissional é contratado. Ele deve saber qual é a cultura da companhia para se sentir engajado também. Uma das primeiras ações é deixar claro qual é o papel deste colaborador e qual será o seu desafio na nova jornada. Passando estas informações com transparência, o funcionário passa a se sentir engajado. “O RH deve se envolver com todas às áreas, atendendo e fazendo parte de decisões pertinentes a gestão de pessoas dos setores”, explica Andréa de Mauro, supervisora de Recursos Humanos do Centro Universitário UniÍtalo. De acordo com Andréa, o setor deve atuar diretamente com os gestores e staff para garantir uma participação mais estratégica no que se refere a conduções de todos os negócios da Instituição.

É muito importante que as pessoas atuem em projetos promovidos pela empresa, desde ações sociais até a participação em um processo seletivo dentro de outras áreas – o profissional deve se sentir valorizado. Para Maria Emília Leme, Country Manager do Instituto CRF, a partir do momento que o profissional se sentir engajado, ele se transformará uma espécie de embaixador da empresa. “Ele passará a falar positivamente da empresa, transformando-se em algo natural”, conta.

Para que o RH tenha forte influência na organização como um todo, deve se posicionar um pouco à parte de todo movimento que acontece dentro da empresa, pois muitas vezes encontra-se um cenário negativo. Seu papel é transformar esta situação, vendendo a ideia de que o presente momento pode ser mudado, buscando uma parceria com a diretoria da organização. “A partir daí, o RH terá o poder e influência de desenvolver ações junto a outras áreas para desenvolver este processo”, indica Maria Emília.

O mercado está mais consciente da importância da atuação do RH. Por meio de suas ações, os colaboradores podem transmitir uma imagem positiva da marca da empresa perante o público consumidor. “Os profissionais podem influenciar na visão que os clientes têm dela por meio do sentimento de alegria/tristeza, da qualidade do atendimento que ele faz, do sorriso, da gentileza e da percepção que o público interno tem do quanto ele gosta de trabalhar naquela instituição”, resume Andréa de Mauro.

Fonte: Portal Carreira & Sucesso
Imagem: Portal da Prefeitura de Andorinha – Bahia
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Onze benefícios que o riso traz para a sua saúde

25/01/2012

Rir fortalece o sistema imunológico, combate o estresse e elimina rugas

Onze benefícios que o riso traz para a sua saúde

 

Carolina Gonçalves

 

Na correria do dia a dia, é muito comum nos estressarmos com os empecilhos da rotina ou ficarmos extremamente cansados no fim do dia, sem vontade de fazer nada. Embora pareçam não ter remédio, esses males podem ter uma solução muito simples: sorrir! É de graça e você não precisa de mais nada além de você mesmo para isso.

O riso, além de trazer aquela sensação de bem-estar que todo mundo conhece, pode ser um grande aliado da saúde, ajudando a prevenir doenças e auxiliando o organismo a cumprir as suas funções diárias. É benefício da cabeça aos pés! Veja aqui tudo o que uma boa gargalhada pode fazer por você:

1. Coração

Uma pesquisa na Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), afirma que o riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A equipe separou dois grupos de pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e estavam sob cuidados médicos. O primeiro grupo assistia a vídeos de humor durante 20 minutos, todos os dias.

Após um ano, esse grupo apresentou uma queda de 66% da proteína C-reativa, que é um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. A queda dessa substância no outro grupo foi de apenas 26%. Como conclusão, as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente.

2. Colesterol e diabetes

Dar boas risadas pode aumentar os níveis de colesterol bom no sangue, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade Loma Linda. Os pesquisadores acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar elevou seus níveis de HDL, o bom colesterol, em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.

3. Pressão arterial

Um estudo realizado na escola de medicina da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, descobriu que rir diminui a pressão arterial, enquanto o estressa a aumenta.

A equipe estudou 20 voluntários saudáveis, não fumantes, com idade média de 33 anos. Eles assistiam primeiro a um trecho de um filme que causasse estresse e, 48 horas depois, viam um filme de comédia.

Antes de assistir a cada filme, os voluntários ficavam em jejum e submetiam-se a testes para saber como vasos sanguíneos respondiam a súbitos aumentos no fluxo de sangue.

Ao final do estudo, foi revelado que o estresse reduz o fluxo de sangue em 35%. Já as risadas provocadas pela comédia fizeram com que o fluxo aumentasse 22%, reduzindo a pressão arterial. Paralelo a isso, ocorria uma limpeza dos vasos sanguíneos.

4. Pulmões

De acordo com a especialista em terapia do riso Conceição Trucom, dona do site Doce Limão, quando damos uma boa gargalhada, a absorção de oxigênio pelos pulmões aumenta. Inalamos mais ar e, com isso, a expiração também fica mais forte. “Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é rapidamente eliminado, promovendo uma limpeza ou desintoxicação”. Ou seja, rir limpa os seus pulmões e ainda os deixa mais fortes!

5. Digestão

De acordo com a psicóloga Fátima Niemeyer, da Sociedade Brasileira de Psicologia, os músculos que são mais estimulados quando rimos são os abdominais. Esses movimentos fazem uma espécie de massagem em nosso sistema gastrointestinal, melhorando a digestão. “Essa massagem também revigora todo o trabalho hepático”, diz Conceição.

6. Circulação do sangue

O ritmo cardíaco acelera quando começamos a rir. Os batimentos podem atingir até 120 pulsações por minuto, em comparação com as 70 pulsações por minuto quando estamos em repouso. “Quando a pulsação aumenta, o sangue circula mais intensamente no organismo, o que aumenta a oxigenação de todas as células, tecidos e órgãos”, afirma Fátima. Isso faz com que nosso organismo funcione a todo vapor!

7. Estresse e sistema imunológico

“Durante uma sessão de gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina – hormônios do estresse – baixam”, diz Conceição. Além disso, nosso cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que nos deixa relaxado.

Isso faz com que o corpo consiga produzir mais células de defesa, que ficam mais ativas, fortalecendo o sistema imunológico e blindando o organismo contra doenças.

Segundo Conceição, as células que ganham vantagem na produção – quando os níveis de estresse abaixam – são os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos; os linfócitos T, que são verdadeiros rastreadores de vírus e bactérias; a imunoglobina A, um anticorpo essencial no combate às infecções respiratórias; e as células NK, que são destruidoras de células cancerígenas.

8. Combate às rugas

Ao dar boas risadas, nós movimentamos 12 músculos faciais e, ao dar gargalhadas, movimentamos 24 desses músculos. Quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, então, são 84 músculos. Todo esse exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas.

9. Exercício físico para os idosos

De acordo com uma pesquisa feita pela equipe da Universidade de Loma Linda, uma gargalhada é tão saudável quanto a prática de exercícios físicos. Isso porque ela estimula a circulação, produz endorfina e também movimenta nossos músculos, não só do abdômen, mas das pernas, braços e pés.

Os pesquisadores afirmaram que o riso pode ser a chave para a saúde de idosos que não conseguem praticar atividades físicas.

10. Autoestima

“O sorriso melhora o bom humor, eleva a autoestima te deixa mais seguro”, diz a psicóloga Melina Blanco Amarins, do Hospital Albert Einstein. Ela afirma que a Terapia do Riso nos hospitais é capaz levantar o alto astral do paciente e diminuir o sofrimento da internação, deixando-o mais confiante.

A psicóloga Fátima conta que o sorriso traz uma série de sensações agradáveis e ajuda a eliminar sensações negativas, como tristeza e, até mesmo, depressão.

11. Sorrir é contagioso!

A psicóloga Melina explica que o sorriso, além de trazer todos esses benefícios a nossa saúde, ainda é capaz de nos aproximar das pessoas conhecidas e aumentar as chances de fazer novas amizades. Afinal, ele não deixa de ser uma forma de comunicação. “Sorrir faz parte das relações sociais e compartilhá-lo faz bem a você a ao próximo!”, diz Melina.

Fonte: Portal Minha Vida – Saúde, Alimentação e Bem-estar
Imagem: Conquer Your Being

Antecipar é ter liberdade de escolher

24/01/2012

Antecipar é ter liberdade de escolher

Christian Barbosa

Uma das formas mais frequentes de você entrar no estado de estresse é deixar uma tarefa importante se tornar urgente, assumir compromissos urgentes de qualquer espécie ou adiar tarefas que cedo ou tarde terão de ser executadas.

Imagine que na quinta-feira às 15h, você tenha uma reunião de apresentação de um projeto rotineiro. Como é um projeto trivial, você deixa a preparação da apresentação para quinta-feira de manhã. Você sai de casa para mais um dia normal e de repente, no meio do trânsito, seu carro resolve ter um problema e você tem de chamar um mecânico para consertar.

Quando você chega no escritório já são mais de 10 horas da manhã e ao ligar seu computador você vê, sem acreditar muito, aquela tela azul de erro. O computador está travado. Você liga para o pessoal do suporte e depois de algumas horas de formatação seu computador está pronto. Agora já são 13 horas, sua apresentação é em 2 horas e ainda não está pronta. Como está seu estado agora? Preocupado? Nervoso? Irritado? O estresse tomou conta? Agora, a preparação da sua apresentação se transformou em uma tarefa extremamente urgente, para conseguir terminá-la você terá de perder o almoço e reduzir alguns pontos relevantes da apresentação.

É claro que há certo exagero na cena que acabei de narrar — mas esse tipo de situação é perfeitamente possível. Esse é o comportamento típico das pessoas que gostam de deixar tudo para última hora, das pessoas que sempre subvertem o velho ditado e nunca fazem hoje aquilo que podem deixar para amanhã. Tudo indica que o final desse dia será desgastante. Aqui entra o conceito da antecipação – que está extremante ligado ao conceito de descarregar e planejar.

Se você sabia que a apresentação estava marcada para a quinta-feira, por que não a preparou na terça ou quarta-feira? Assim, se tivesse algum problema com seu carro na terça, ainda teria a quarta para concluir e se na quarta ainda não desse tempo, teria a quinta-feira pela manhã. Ou seja, quando você antecipa a execução de seu trabalho ou possíveis problemas, eles não se tornam problemas. Uma vez antecipados, eles nunca entrarão na esfera da urgência.

Antecipar é um conceito simples e óbvio, mas que muitas vezes é esquecido ou negligenciado. Antecipe tudo que você acha que possa dar problemas e conte sempre com os imprevistos. Eles podem acontecer. Já ouviu falar na famosa Lei de Murphy? Você tem que adquirir o hábito de antecipar as coisas na sua vida de forma a reduzir suas urgências e aumentar as situações importantes.

É um treino que vamos conquistando dia-a-dia. Ao invés de deixar para marcar a consulta na última hora com seu médico, faça agora e fique tranquilo. Ao invés de deixar o TCC para o final do ano, que tal antecipar para o primeiro semestre?

Quanto mais você aprender a antecipar, mais liberdade de escolha terá!

Fonte: A Tríade do Tempo – Um Modelo Comprovado Para Organizar Sua Vida, Aumentar Sua Produtividade e Seu Equilíbrio
Imagem: Portal Asian Job

Sete erros fatais no currículo

23/01/2012

Sete erros fatais no currículo

Caio Lauer

A elaboração e a apresentação de um currículo de qualidade é parte essencial no processo de recrutamento e seleção. O formato e as informações acompanhadas neste documento ditam o destino do profissional em um processo seletivo: a lista de melhores candidatos ou a lata de lixo.

Ao iniciar um novo ano as contratações nas empresas começam a aquecer novamente. Confira sete dicas para não cometer gafes na produção de seu currículo e se destacar na busca de um novo emprego:

1.Gramática e Ortografia:

Currículos com erros de português dificilmente passam pela triagem dos selecionadores. Segundo pesquisas realizadas pela Catho Online, um a cada quatro currículos é descartado por estes motivos.

2.Objetivo profissional:

Não é indicado informar mais de um cargo em que deseja atuar. O currículo sempre deve ser focado para a vaga que está se candidatando. Caso contrário, o selecionador terá a impressão de o candidato não tem um objetivo definido.

3.Dados pessoais:

Manter informações desatualizadas, como telefone e e-mail, impede/dificulta o contato do recrutador, o que pode descartar uma oportunidade de emprego.

4.Documentos:

Não confunda a área de Recrutamento de uma empresa com Departamento Pessoal. Números de documentos, tais como RG, CPF e Título de Eleitor são totalmente irrelevantes na decisão de se contratar ou não um candidato, por isso não é necessário que estes dados sejam mencionados no currículo.

5.Extensão:

Currículos pouco extensos são mais apreciados pelas empresas, não apenas por suas poucas páginas, mas sim pelo trabalho intelectual de lógica e de síntese empregados em sua produção – currículos com mais de duas páginas normalmente são considerados extensos. Para profissionais em início de carreira, inclusive, o recomendável é uma página.

6.Salário:

Informações como o salário anterior e a pretensão salarial devem ser tratadas preferencialmente no momento da entrevista. Colocar um valor no currículo pode fazer com que o candidato perca oportunidades de trabalho e a possibilidade de negociar uma faixa salarial ou benefícios melhores.

7.Desligamento das empresas:

Razões e justificativas para assuntos desta natureza são tópicos para serem discutidos em entrevistas e jamais devem ser mencionados no currículo.

Fonte: Portal Carreira & Sucesso
Imagem: Renan Lima

Natureza

22/01/2012

Natureza

Fonte: Lídia Vasconcelos
Imagem: Photobucket by robertoarcos

Eram os deuses astronautas?

21/01/2012

Eram os deuses astronautas?

 

Fonte: Erich Von Daniken
Vídeo: YouTube – Canal dos Filmes Antigos (Giuliannos)

Por que esse medo do novo?

20/01/2012

Por que esse medo do novo?

Maria Silvia Orlovas

Nos últimos dias, conversei com algumas pessoas que me confidenciaram um medo em relação ao futuro, medo que as espera em 2012. Foi quando mergulhei em mim mesma em busca de resposta e da ressonância desse sentimento e encontrei uma reverberação desse sentimento negativo em mim também.

O passo seguinte foi me perguntar por que sentir medo? Por que temer?

Sempre procuro observar o que está à minha volta, e refletir sobre as emoções e sentimentos que me perturbam e percebi que a insegurança é um fator muito perturbador na vida das pessoas. O tempo todo sentimos medo e se não nos conscientizamos desse sentimento perturbador o medo vai tomando conta de nós e fechando as portas para atitudes inovadoras e libertadoras. Seguimos aprisionados ao medo de errar, de perder, de ousar, de fazer diferente, de assumir relacionamentos mais íntimos, de começar coisas novas. Mas por que olhar o futuro de forma negativa, por que não nos permitir ter esperanças? Por que guardamos dentro de nós as referências daquilo que não deu certo, passando por cima e esquecendo as coisas boas? Precisamos mudar isso!

E esta importante mudança está em nós. A libertação deste padrão de consciência baseado no medo não acontecerá naturalmente. Serão as nossas forças, a nossa compreensão que mudará o futuro e também o presente.

Vejo muitas pessoas ficarem esperando as coisas acontecerem para acreditarem no bem, para transformar suas vidas em algo mais positivo. Esperam resultados externos, como uma promoção, ou o reconhecimento de alguém. E como quase sempre a vida não nos dá o que esperamos o tempo todo, a frustração toma conta das emoções, o medo se instala, e o sentimento de autoproteção vem e nos encapsula numa redoma. Concordo que precisamos aprender com os erros, com as coisas ruins que nos acontecem. Precisamos nos proteger e não repetir atos negativos, nem permitir que as coisas ou as pessoas nos machuquem, mas ainda feridos, precisamos dar espaço para tentar novamente, e fazer outros caminhos e novas escolhas. E essa atitude não deveria ser apenas de almas corajosas e otimistas.

Ousar, abrir, viver e deixar o sofrimento ir embora, focando a mente e o coração nas coisas positivas que temos deveria ser uma atitude natural para todos.

Vejo que a fé, aquela que move montanhas nasce dessa fluidez de deixar as coisas acontecerem, de nos permitir errar e de refazer caminhos. Não precisamos ser perfeitos para sermos amados, também não precisamos esperar alguém perfeito na nossa vida para sermos felizes.

Se formos mais leves em relação a cobranças, vivendo com uma boa dose de otimismo o que a vida nos oferecer, esse terrível inimigo da evolução que é o medo, desaparecerá sem esforço. Por que ter medo do futuro, se você acreditar que as coisas são passageiras, que você pode fazer de um outro jeito, que você pode ser feliz com aquilo que tem?

O bem mais precioso da sua vida é você mesmo, e cuidar de equilibrar suas emoções, seus pensamentos, faz toda diferença entre a escolha de ser feliz ou se preocupar. Se você viver o hoje na totalidade de suas possibilidades positivas, e fizer a sua parte, com certeza a felicidade do amanhã está garantida.

 

Fonte: STUM – Somos Todos Um
Imagem: Knowing The Difference 

O profissional de Redes Sociais

19/01/2012

O profissional de Redes Sociais

Caio Lauer

Atualmente, empresas dos mais variados segmentos estão presentes nas redes sociais. Mas, o que muitos não sabem, é que para administrar estes perfis em sites como Facebook e Twitter, existe um profissional dedicado exclusivamente à esta atividade: o analista de mídias sociais. Esta profissão vem ganhando bastante espaço no mercado, mas ainda existe inexperiência nesta atividade.

A intenção é humanizar a relação da organização com as pessoas e o analista é quem faz a ponte entre a empresa e o consumidor/cliente. Este profissional deve redigir bem e ser bom em relacionamento pessoal. “Uma formação superior em comunicação (Publicidade ou Jornalismo) ajuda para compreensão de hábitos de uso e consumo das mídias sociais por diferentes perfis de público. Também ajuda para aplicação de pensamento estratégico por meio de ferramentas de comunicação e marketing”, explica Andrei Scheiner, coordenador do curso de Comunicação Social do Centro Universitário Plínio Leite (Unipli).

As empresas utilizam as redes sociais a fim de promover campanhas e criar um canal de relacionamento com seu público. As atividades rotineiras do profissional são baseadas em divulgar informações que vão atrair pessoas em determinados assuntos. Após esta ação, o importante é reter os usuários nas páginas, então o analista deve sempre publicar conteúdo relevante para que estas pessoas continuem acompanhando o canal da empresa. A terceira etapa do processo é criar o chamado vínculo com os consumidores, com ações que humanizem a marca. “Temos clientes governamentais que criam páginas nas redes com a intenção de prestar serviço para o cidadão. Trabalhamos com uma página de Twitter que funcionou como uma ouvidoria. Reunimos as reclamações e encaminhamos às secretarias competentes”, conta Marcelo Ottoni, diretor de criação da Talk Interative, empresa de estratégias digitais.

Formação

A primeira dificuldade no mercado é que as instituições de ensino ainda não oferecem cursos consolidados neste segmento. Hoje, já existem nas grades curriculares de faculdades, disciplinas relacionadas às mídias sociais, mas nada muito especializado. A tendência é que os profissionais busquem no próprio mercado de trabalho esta capacitação. “Eles precisam dedicar um precioso tempo a estes canais. E logicamente, entender bastante do negócio em que atua. As redes são oportunidades também, além de interação, de gerar negócios. Já vimos cases de grandes empresas, como uma grande construtora que vendeu um imóvel pelo Twitter, por exemplo”, diz Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online.

Hoje, há uma certa banalização da profissão por muitos gostarem de redes sociais, como usuários, e acharem que podem trabalhar neste ramo. Este é um problema que acompanha o mercado digital.

Assim como a criação de sites, no início da internet, era feita de forma semi-amadora, no cenário das redes sociais acontece da mesma forma. “É fácil criar um perfil pessoal em um site de relacionamento. O difícil é pensar em uma estratégia, definir uma atuação, olhar para a necessidade da empresa e, a partir daí, fazer um planejamento estratégico de como este veículo atenderá a demanda”, explica Marcelo Ottoni.

As empresas, ao criarem perfis em canais com Facebook e Twitter, devem ter a consciência que abriram uma porta de comunicação com o mercado consumidor.

Fonte: O profissional de Redes Sociais – Portal Carreira & Sucesso
Imagem:  Directory Journal – Search and Social Blog

É assim que as pessoas lembrarão de você

18/01/2012

Fonte e Imagem: Recebido por e-mail (Sem menção a autoria).

 

Entrevista de emprego: como detectar um chefe ruim

17/01/2012

Entrevista de emprego: como detectar um chefe ruim

Talita Abrantes

Dos pronomes a maneira como o recrutador cumprimenta você, saiba quais são os sinais de que a relação com o futuro chefe será uma roubada. Como o candidato, recrutador também deve ser avaliado pelo candidato na entrevista.

Já se foi o tempo em que entrevista de emprego era sinônimo de colocar o candidato contra a parede. Os tempos mudaram e a economia carente de profissionais qualificados não chegou a inverter os papeis, mas revolucionou, sim, a relação entre recrutador e candidato.

Agora, a empresa e os chefes também são submetidos a uma bateria (sutil) de análises feitas pelos próprios candidatos. Afinal, se contratados, eles também sofrerão as consequências de uma decisão mal feita.

Pensando nisso, especialistas avaliaram quais são os sinais de que o estilo de gestão e profissional do chefe pode não ser muito conveniente para suas perspectivas de carreira e vida.

Evidentemente, ponderações devem ser feitas: “Há dias que a gente não acorda de bem com a vida. Isso afeta o humor e o estado de espírito”, diz Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori. Ou seja, os hábitos listados abaixo e nas próximas páginas podem ser indícios de um determinado estilo ou perfil, mas não a palavra final sobre a empresa ou pessoa.

1. Não olha nos seus olhos

E não demonstra qualquer sintoma de empatia por você. “É o tipo que se mostra distante e não se interessa em deixar o candidato numa situação confortável”, diz Rafael Souto, CEO da Produtive.

Isso pode ser expresso no tom de voz do recrutador, geralmente, mais agressivo, e em alguns detalhes de postura, como olhar nos olhos ou cumprimentar com desdém.

“Ele não tem uma postura simpática, nem a leveza de quebrar o gelo”, diz Passadori. Na prática, a pessoa pode ter um estilo de liderança autoritário e até egocêntrico.

2. É uma metralhadora de perguntas ambulante

Nesse sentido, geralmente, este líder dá para a entrevista um tom de quase inquisição. “Ele não comenta as respostas do candidato ou, pior, não o deixa respondê-las completamente”, diz Passadori.

“O recrutador que não dá feedback, não exprime complemento para a resposta ou ainda mostra um certo desprezo pode ser um líder mais distante, desinteressado mesmo”, diz Souto, da Produtive.

3. Faz perguntas invasivas

Ainda nessa toada, geralmente, sinal vermelho quando o recrutador extrapola os limites do profissional e do pessoal. Mais e mais, as entrevistas de emprego exigem perguntas que contemplem a pessoa como um todo. Mas isso não significa que aspectos íntimos da sua vida devam virar pauta da entrevista.

O recrutador que entra por essa linha pode estar com más intenções ou que, simplesmente, quer sondar o quanto você gasta tempo com sua vida para além do trabalho.

4. Dá respostas evasivas

Por outro lado, um recrutador que responde com frases evasivas e monossilábicas pode indicar um chefe que não é aberto com a equipe. Ou alguém que ainda se apoia em uma postura extremamente fechada sobre os procedimentos e bastidores do trabalho.

5. Escolhe os pronomes “errados”

Fique atento também para as escolhas que o recrutador faz. Se ele prefere usar o pronome “eu” em vez de “nós” quando fala sobre conquistas do departamento, cuidado: o chefe pode ser individualista ou simplesmente não saber trabalhar em equipe.

Fonte: Exame
Imagem: Startup Agents